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O OBSERVATÓRIO SOCIOAMBIENTAL DA BAÍA DE SEPETIBA é uma demanda antiga dos moradores, das lideranças de pescadores e de todos aqueles que se preocupam com o processo de urbanização que a baía vem experimentando desde os anos 1970, com a implementação da CIA INGÁ Mercantil, do porto de Itaguaí, e do Distrito Industrial de Santa Cruz, com instalação de indústrias e terminais privados, assim como expansão de moradias, que vão provocando o adensamento territorial.
Esse processo de urbanização e os conflitos socioambientais devem-se ao modelo de desenvolvimento que impõem à Baía de Sepetiba, uma “zona de sacrifício” sem o devido planejamento ambiental, de saneamento básico e monitoramento efetivo para controle da poluição na região.
O crescimento urbano-industrial precisa ser discutido e o planejamento de curto, médio e longo prazo, ser acompanhado do monitoramento territorial, gerenciamento costeiros intermunicipal e da implementação espacial do saneamento básico nos 15 municípios da bacia do Rio Guandu.
PERGUNTAMOS: É POSSIVEL O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NA BAÍA DE SEPETIBA SEM DESTRUTIR SEUS PATRIMÔNIOS NATURAL E CULTURAL?
ACREDITAMOS QUE A BAÍA É DE RESPONSABILDIADE DE TODOS NÓS, MORADORES, COMUNIDADES PESQUEIRAS, ESTADO, ORGANIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS, MOVIMENTOS SOCIAIS E EMPRESÁRIOS
Fundamental formular ações participativas holísticas que garantam, de fato a preservação natural, cultural e o desenvolvimento territorial sustentável, valorizando a riqueza das economias locais da região.
